quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Canção do Expedicionário para Vibrar !

Brasil discursa na ONU sobre Metas do Milênio

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

A ação do Brasil no cumprimento dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio será destaque de um debate na Assembleia Geral da ONU, nesta quarta-feira.
 
A cimeira de três dias, que termina hoje, está fazendo um balanço dos avanços e desafios sobre as metas estabelecidas em 2000 por líderes de todo o mundo.
 
Água
O Brasil está sendo representado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes. Ela chegou a Nova York, nesta segunda-feira, e já participou de vários encontros paralelos à Cimeira.
 
De acordo com a assessoria, a ministra deve apresentar iniciativas sociais como o Bolsa Família, que atende a mais de 12 milhões de lares, e o Programa Brasileiro de Cisternas, que leva água a partes do semiárido.
 
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, uma outra experiência que tem despertado o interesse de alguns países é a dos Restaurantes Populares.
 
No discurso de abertura da Cimeira das Metas do Milênio, o Secretário-Geral, Ban Ki-moon, disse que é possível cumprir os objetivos até 2015, o prazo estabelecido pela ONU.
 
Ele pediu aos líderes internacionais que não deixem de destinar ajuda aos países em desenvolvimento por causa da crise econômica mundial.
 
Foto: Bruno Spada, Ministério do Desenvolvimento Social.
 
Fonte: Rádio ONU
 
 

Publicado em: 22/09/2010

BREVE HISTÓRICO DA ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA NO BRASIL


A história da Atividade de Inteligência no Brasil teve origem em 1927, quando foi criado o Conselho de Defesa Nacional, órgão diretamente subordinado ao Presidente da República. Até então, a atividade era exercida apenas no âmbito dos ministérios militares.
Diversas foram as reformulações introduzidas na então atividade de Informações ao longo do processo político nacional. Entre elas, cabe citar a criação, ocorrida em 6 de setembro de 1946, do Serviço Federal de Informações e Contra-Informações (Sfici).
O Brasil, no início da década de 60, apresentou um cenário interno bastante conturbado, gerando manifestações de segmentos da sociedade. O quadro evoluiu para uma intervenção militar no processo político nacional a partir de março de 1964. Na ocasião, foi extinto o Sfici e criado o Serviço Nacional de Informações (SNI).
Foi criado, em 1970, o Sistema Nacional de Informações (Sisni), integrado por todos os órgãos de informações dos ministérios civis e militares. O SNI era o órgão central desse sistema.
A partir de 1979, procurou-se ajustar as estruturas de Informações aos novos tempos, pois já estava em andamento o processo de redemocratização do país. Os governos da época buscaram alternativas no sentido de reposicionar a atividade de Informações em seu correto espaço e devido limite.
Em 1990, no contexto de ampla reforma da Administração Pública Federal, o SNI foi extinto. O exercício perene da atividade, todavia, foi preservado com a criação da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), que absorveu as atribuições do SNI.
Em 7 de dezembro de 1999, o Presidente da República instituiu o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e criou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A criação da Agência proporcionou ao Estado brasileiro institucionalizar a atividade de Inteligência, mediante ações de coordenação do fluxo de informações necessárias às decisões de Governo, no que diz respeito ao aproveitamento de oportunidades, aos antagonismos e às ameaças, reais ou potenciais, para os mais altos interesses da sociedade e do país.

Links
Evolução organizacional - Linha do Tempo
Lei 9883 de 07/12/1999 - Institui o Sistema Brasileiro de Inteligência e dá outras providências.
Medida Provisória 2216-37 de 31/08/2001 - Altera dispositivos da Lei no 9.649, de 27 de maio de 1998, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, e dá outras providências.
Decreto 4376 de 13/09/2002 - Dispõe sobre a organização e o funcionamento do Sistema Brasileiro de Inteligência, instituido pela Lei nº 9.883, de 07/12/1999 e dá outras providências.

Brasília sedia Encontro Nacional de Estudos Estratégicos

Da Agência Brasil
 
Brasília - Começa hoje (22) em Brasília, no Centro de Convenções Brasil 21, o 10º Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (10º Enee), que vai até sexta-feira (24). Participam especialistas civis e militares, acadêmicos, ministros e funcionários públicos.
 
Estruturado em quatro eixos - Estado, Economia, Sociedade e Infraestrutura - o tema central do encontro é Rumo a 2022: Estratégias para a Segurança e o Desenvolvimento do Brasil. O 10º Enee é promovido pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE).
 
Os debates começam agora de manhã, com a participação do ministro de Segurança Institucional, Jorge Armando Félix, do secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, Antônio de Aguiar Patriota, e dos chefes do Estado-Maior da Armada, do Exército e da Aeronáutica. Das 11h15 às 13h15, haverá palestras dos ministros do Trabalho, Carlos Lupi, e da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, além do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.
 
Serão debatidos temas como a matriz agrícola e a modernização da estrutura produtiva no Brasil, as demandas na infraestrutura nacional e as alternativas para seu financiamento.
 
Edição: Graça Adjuto
 
Fonte: Agência Brasil
 
 

Publicado em: 22/09/2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Comemorações dos 65 anos das vitórias da FEB na Itália





Este ano é um ano muito especial para todo o mundo. Estamos comemorando os 65 anos do final da Segunda Guerra Mundial. Para lembrança deste importante acontecimento, solenidades diversas tem ocorrido em diversos países que fizeram parte do esforço que culminou com a derrocada do nazi-facismo.

Na última semana de abril, a FEB recebeu justas homenagens pela sua contribuição na libertação da Itália. Uma delegação de 16 veteranos participou de uma apertada agenda organizada pelos nossos irmãos Giovanni Sulla, Mario Pereira, Cel. De Simone, Cel. Av. Almeida e muitos outros amigos em solo italiano.

Além do Embaixador do Brasil naquele país, e de toda a nossa aditância no local, também estiveram presentes para prestigiar aquele momento de tamanha importância para a FEB, para as nossas Forças Armadas e para a história do nosso povo: O Exmo. Ministro da Defesa Nelson Jobim, o General de Exército Enzo Martins Peri (Comandante do Exército), o Ten. Brig. Do Ar Juniti Saito (Comandante da Aeronáutica), o Gen. Div. Etchegoyen, e o Ten. Brigadeiro do Ar Marco Aurélio Mendes (ambos do Ministério da Defesa), o Dep. Federal Ciro Pedrosa (criador da Frente Parlamentar que defende os interesses da FEB), representantes do Grupo Histórico FEB, autoridades civis e militares italianas.

A delegação passou por cidades e locais importantes na campanha da FEB, dentre elas, Zocca, Montese, Pistóia, Fornovo di Taro, Montese, Vergato, Stafolis, Monte Castelo, Gaggio Montano.

Pela manutenção da história brasileira, escrita com o sangue dos nossos expedicionários, agradecemos aos Srs. Giovanni Sulla e Mário Pereira. Devotados amigos e incansáveis defensores da FEB e do Brasil!


Comandante do 5º Distrito Naval visita o Farol de Mostardas, no Rio Grande do Sul

 Farol de Mostardas


Com o propósito de conhecer as recentes melhorias, os desafios e a rotina de trabalho dos militares que guarnecem o Farol de Mostardas, no município de Mostardas (RS), o Comandante do 5º Distrito Naval, Vice-Almirante Sergio Roberto Fernandes dos Santos, e o Encarregado do Serviço de Sinalização Náutica do Sul, Capitão-de-Corveta Mauro Vidal de Lima, visitaram o local no dia 24 de agosto.
O Farol de Mostardas foi construído em 1951. A torre cilíndrica em concreto, com lanterna e galeria, faixas horizontais brancas e pretas, possui 39 metros de altura e, atualmente, pertence ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, um local que abriga diferentes ecossitemas e é um dos  maiores santuários de aves migratórias do Hemisfério Sul.
A cidade de Mostardas, que tem 7 mil habitantes e está localizada há 220 quilômetros de Porto Alegre, dará seu nome ao Navio-Patrulha, de 500 toneladas, previsto para ser incorporado ao Comando do 5º Distrito Naval em 2014.

 V Alte Fernandes em visita ao Farol de Mostardas

Jobim vê 'com reservas' atuação da Otan no Atlântico Sul


 
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse ontem, em Lisboa, em palestra no Instituto Nacional de Defesa, que vê "com reservas quaisquer iniciativas que procurem, de alguma forma, associar o Norte do Atlântico ao Atlântico Sul - sendo o sul, área geoestratégica de interesse vital para o Brasil". Segundo ele, "as questões de segurança das duas metades desse oceano são distintas".

Para Jobim, depois da Guerra Fria, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) "passou a servir de instrumento de seu membro exponencial, os Estados Unidos, e dos aliados europeus". Por meio do novo conceito da aliança, divulgado em 1999, a força pode intervir em qualquer parte do mundo a pretexto de ações antiterror ou humanitárias, e de contenção às ameaças à democracia ou nas agressões ambientais.

Fonte: Estadão

EUA estudam venda de US$ 60 bi em armas para Riad


O Departamento de Defesa dos Estados Unidos prepara-se para pedir ao Congresso do país autorização para a venda de aproximadamente US$ 60 bilhões em armas para a Arábia Saudita. Se concretizada, a transação tem potencial para tornar-se a maior venda individual de armas já realizada por Washington.

Ao contrário de recentes propostas de vendas de armas para Riad, a expectativa é de que o Congresso norte-americano desta vez aprove o negócio. A transação vem sendo articulada há meses e tem sido interpretada por analistas como uma tentativa de contrabalançar o aumento da influência regional do Irã.

Uma fonte no Pentágono disse à Associated Press que a formalização do pedido ao Congresso deve acontecer em mais ou menos uma semana. Os EUA têm buscado realinhar sua política de defesa no Oriente Médio em um momento no qual Teerã trabalha no aumento do alcance e da precisão de mísseis e outras armas, o que poderia representar uma ameaça a países como Israel e aliados de Washington na Europa.

Apesar da expectativa de aprovação, existe o risco de a transação ser vetada nas comissões de Relações Exteriores mantidas pela Câmara dos Representantes e pelo Senado. "Pode-se esperar que uma ordem de suspensão será imposta a essa transação", disse um assessor. Outra fonte afirmou que "há uma preocupação séria sobre materiais sensíveis que deverão ser incluídos no negócio".

Pedido

Segundo o Wall Street Journal, US$ 60 bilhões são o valor do pedido feito pela Arábia Saudita, mas a compra inicial deverá ficar em metade daquele valor. O jornal acrescentou que o governo Obama também está negociando a venda de equipamentos de defesa antimísseis e de defesa naval, que poderiam chegar a mais algumas dezenas de bilhões de dólares.

Em sua notificação ao Congresso, esperada para esta semana ou a próxima, o governo Obama autoriza a Arábia Saudita a comprar até 84 novos caças F-15, sistemas para atualizar outros 70 caças F-15 e três modelos de helicópteros: 70 Apaches, 72 Black Hawks e 36 Little Birds.

Para não alimentar temores por parte de Israel, o governo Obama teria decidido não oferecer à Arábia Saudita sistemas de armas de longo alcance para caças F-15, para uso em operações ofensivas contra alvos em terra ou no mar.










Fonte: Estadão

sábado, 11 de setembro de 2010

Posse do Chefe do Estado-Maior Conjuntos das Forças Armadas


Sugestão: Gérsio Mutti


Foi empossado na manhã desta segunda-feira (06 Setembro), no edifício-sede do Ministério da Defesa, em Brasília, o GENERAL DE EXÉRCITO JOSÉ CARLOS DE NARDI, o primeiro Chefe do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas, do Ministério da Defesa. O cargo foi criado pela Lei Complementar nº 136, de 25.8.2010, que lançou as bases para a estruturação da Nova Defesa.

A cerimônia comandada pelo Ministro da Defesa Nelson Jobim, e com a presença dos Comandantes das Forças Gen Enzo Peri, Brig Juniti Saito e Alm Moura Neto. Também com a presença do Ministro Samuel Pinheiro da SAE.



Na oportunidade foram assinadas duas portarias pelo Ministro Nelson Jobim. A primeira de N 1423estabelece as Diretrizes para o Estado-Maior Conjunto e a segunda estabelece as subordinações das importantes Secretaria de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia (SELOM) e da Secretaria de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais (SPEAI).

Além dos militares presentes ao evento representantes da indústria de defesa como o Sr Sami Houssanai (AVIBRAS), Raul Randon (Grupo Randon) e Sergio Jardim ( Clarion). O Senador Pedro Simon (PMDB/RS) e também o prefeito de Farroupilha (RS), sua cidade natal, Sr Ademir Baretta.



CURRÍCULO DO GENERAL DE EXÉRCITO JOSÉ CARLOS DE NARDI


CHEFE DO ESTADO-MAIOR CONJUNTO DAS FORÇAS ARMADAS

Nascido em 06 de Janeiro de 1944, na cidade de Farroupilha, Estado do Rio Grande do Sul, é filho de Orlandino De Nardi e Célia Röessler De Nardi.

Incorporou às fileiras do Exército em 01 de Março de 1961, na então, Escola Preparatória de Porto Alegre.

Foi declarado Aspirante-a-oficial da arma de Artilharia em 16 de Dezembro de 1967, pela Academia Militar das Agulhas Negras.

Em 1973, tornou-se bacharel em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS).

Cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1977, onde obteve o grau de mestre em aplicações militares e a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército em 1981/82, onde obteve o título de doutor em aplicações, planejamento e estudos militares.

Comandou o 3° grupo de Artilharia Antiaérea, sediado em Caxias do Sul/RS, nos anos de 1991 e 1992.

Em 1993 realizou, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), o curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEX).

Foi adido militar à embaixada brasileira em Santiago, no Chile, no biênio 1994 – 1995.

Em 31 de março de 1998, foi promovido a Oficial-General (General-de-Brigada, de duas estrelas) sendo nomeado comandante da Artilharia Divisionária da 6ª Divisão de Exército, sediada em Porto Alegre-RS.

Em 2000, foi transferido para o Ministério da Defesa, onde exerceu a função de Subchefe de Logística do Estado-Maior de Defesa; tendo participado de várias atividades no exterior, tais como:
- representante brasileiro na reunião das Nações Unidas para criação das forças armadas do Timor Leste;
- representante brasileiro no Destacamento Militar da Comissão dos Países de Língua Portuguesa (CPLP); e
- secretário da reunião de Ministros da Defesa da CPLP em Brasília (2001).

Dois anos depois retornou à força para ser o Diretor de Serviço Militar.

Em julho de 2002, foi promovido a General-de-Divisão (três estrelas), sendo nomeado Secretário Geral do Exército e Presidente do Clube do Exército.

Em 2005, foi nomeado Comandante da 6ª Divisão de Exército em Porto Alegre/RS, quando, em 25 de novembro de 2006, por sua promoção a General-de-Exército (quatro estrelas) , foi designado Comandante Militar do Oeste, em Campo Grande/MS.

Em 08 de fevereiro de 2008 retornou ao Ministério da Defesa, como Secretário de Ensino, Logística, Mobilização, Ciência e Tecnologia.

Sua última função foi a de Comandante Militar do Sul (do Exército), assumida em 28 de novembro de 2008. Em 30 de abril de 2010, foi transferido para a reserva remunerada, após 49 anos no serviço ativo do Exército Brasileiro.

Atualmente é o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, função assumida em 06 de setembro de 2010.

Nelson Düring editor do DefesaNet com Gen De Nardi

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O PROCESSO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.



Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

MEDALHA DE CAMPANHA 2ª GUERRA MUNDIAL

 
 
Medalha de Campanha da FEB
Medalha de Campanha da Força Expedicionária FEB Brasileira da 2ª Guerra Mundial

Decreto Lei n. 6795 de 17 de Agosto de 1944. Conferida aos militares da ativa, da reserva e assemelhados, que participaram de operações de guerra, sem nota desabonadora. Também foi conferida a militares dos Exércitos das Nações amigas e Alidadas que tenham tomado parte na campanha, incorporados às nossas Forças. A medalha é uma Cruz de Malta tendo no centro a legenda FEB, contornada por uma coroa de louros, símbolo da glória militar. Sobre os três ramos da cruz, a data 16-VII-1944 – que é a data do desembarque na Europa da Força Expedicionária Brasileira.

MEDALHA FORÇA NAVAL DO SUL 2ªGUERRA MUNDIAL - MARINHA DO BRASIL

Medalha da Força Naval do Sul em Bronze e Miniatura
Medalha da Marinha Brasileira da 2ª Guerra Mundial

O Grupo Patrulha do Sul, depois denominado Força Naval do Sul, reunia, na época da 2ª Guerra Mundial, os navios que faziam o patrulhamento do litoral sul do Brasil. Uma condecoração específica para o pessoal que serviu nessa força naval foi criada em 1954. Ato de criação: Decreto n. 35.586 de 2 de junho de 1954.

MEDALHA CAMPANHA DO ATLÂNTICO NA 2ª GUERRA MUNDIAL - FORÇA AÉREA BRASILEIRA

 
Medalha Brasileira da FAB da 2ª Guerra: Campanha do Atlântico

Criada anos após a guerra , pela Lei No 497, destinava-se aos militares da ativa, da reserva e reformados e aos civis que se tenham distinguido na prestação de serviços relacionados com a ação da Força Aérea Brasileira no Atlântico Sul, no preparo e desempenho de missões especiais, confiadas pelo Governo e executadas exclusivamente no período de 1942 e 1945. Para ser agraciado com essa medalha, além da ausência de nota desabonadora, eram condições essenciais: a) ter se distinguido na prestação de serviços, relacionados com a ação da Fôrça Aérea Brasileira no Atlântico Sul; b) ter cooperado na vigilância do litoral, no transporte aéreo de pessoal e material necessários ao sucesso da campanha, nos serviços relativos à segurança de vôo e à eficiência das operações dos aviões comerciais e militares. Em bronze oxidado na forma de disco com um desenho simbolizando um avião patrulhando o oceano com os dizeres CAMPANHA DO ATLÂNTICO SUL. Reverso o emblema da FAB em relevo com as inscrições FAB e 1942-1945 (www.ommb.com.br).

MEDALHA FORÇA NAVAL DO NORDESTE 2ªGUERRA MUNDIAL - MARINHA DO BRASIL

 
 
Medalha Brasileira da Força Naval do Nordeste da 2ª Guerra Mundial em Bronze

Criada pelo Decreto 35587 de 2 de junho de 1954, destinada a rememorar os serviços que aquela Fôrça Naval prestou ao Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e a se concedida aos oficiais e praças que nela efetivamente serviram, nos Estado Maior e menor de seu Comando ou tripulando os navios que a constituírem. A concessão da Medalha Fôrça Naval do Nordeste em bronze era feita aos oficiais e praças que, designados para servir na FNNE, efetivamente prestaram serviços de guerra, quer embarcados em seus navios como membros que sua tripulações, quer servindo nos Estados Maior e menor do Comando da Fôrça. (www.ommb.com.br).

MEDALHA DE SERVIÇOS DE GUERRA - 2ª GM - MARINHA DO BRASIL

 
Medalha da Marinha Brasileira da 2ª Guerra: Serviços Relevantes

Instutuída em 13 de dezembro de 1943 pelo Decreto 6095 a Medalha de Seviços de Guerra era concedida aos militares das Marinhas de Guerra Nacional e Aliadas, da ativa, da reserva ou reformados e aos Oficiais e tripulantes dos navios mercantes nacionais e aliados, que tenham prestado valiosos serviços de guerra quer a bordo dos navios quer em comissões em terra. Em bronze, no anverso: - uma âncora clássica ao centro, tendo na curva superior a inscrição - Serviços de Guerra - e no exergo - Marinha do Brasil - separadas por duas pequenas estrelas e as palavras, entre si, por pontos. Reverso tendo na parte central, em baixo-relevo, uma divisão de três contra-torpedeiros navegando a 3/4 de frente. Fita em seda chamalotada, de azul-marinho, com uma faixa central em cinza-azul-pérola, e dois frisos laterais junto às orlas (da mesma cor da fita). Na fita da medalha poderiam exibir uma, duas ou três estrelas de acordo com o tempo de serviço (www.ommb.com.br).

MEDALHA DE SERVIÇOS RELEVANTES 2ªGM - MARINHA DO BRASIL


Medalha de Serviços Relevantes
Medalha da Marinha Brasileira da 2ª Guerra Mundial

Esta condecoração destinava-se, especificamente, ao pessoal da Marinha de Guerra, devendo ser concedida por relevantes serviços prestados na guerra ou ato de bravura. Ato de criação: Decreto-Lei n. 6.095 de 13 de dezembro de 1943.

Estado de Conservação: 90%. Medalha fabricada em prata. Uma medalha muito difícil de aparecer. Dimensões: Medalha (34,03x42,76)mm; Fita (3,3x7,2-dobrada)cm. Peso do conjunto 28,7gr

CRUZ DE CAMPANHA DA MARINHA DO BRASIL NA 1ªGUERRA

 
Cruz de Campanha Brasileira
Medalha da Marinha Brasileira da 1ª Guerra Mundial
 
O Brasil que tentara se manter neutro numa conflagração que pouco lhe dizia respeiro, como a 1ª Guerra, vendo seus navios mercantes afundados por submarinos alemães, acabou entrando na guerra ao lado dos aliados. Um seleto grupo de aviadores, uma missão médica e uma divisão naval constituíram a participação brasileira na Grande Guerra. Apenas duas condecorações foram criadas pelo Governo Brasileiro para recompensar os serviços ligados à 1ª Guerra Mundial. Uma delas foi a Cruz de Campanha foi criada especialmente para agraciar os que tomaram parte em serviços de guerra, inclusive civis.
 
Estado de Conservação: 90%. Medalha fabricada em bronze, fita original e em perfeito estado de conservação. Marcada na lateral "Casa da Moeda". Esta é uma condecoração simplesmente quase impossível de aparecer dado o seu grau de raridade e poucas unidades concedidas.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

JOÃO BATISTA MASCARENHAS DE MORAES

João Batista Mascarenhas de Morais (São Gabriel, 13 de novembro de 1883Rio de Janeiro, 17 de setembro de 1968) foi um militar brasileiro. Foi um dos comandantes da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, tendo combatido na Itália em 1944.

CARREIRA MILITARAos 14 anos, já morando sozinho em Porto Alegre, trabalhando e estudando, conseguiu ingressar na Escola Preparatória e Tática de Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. Ao sair de lá, após a conclusão do curso, foi ingressar na Escola Militar do Brasil, conhecida por Escola da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.
Durante a Revolução de 1930, Mascarenhas manteve sua lealdade ao presidente Washington Luiz e foi preso pelos rebeldes liderado por Getúlio Vargas, que no futuro se tornaria presidente, após a expulsão de Washington Luiz.
Após a liberação, Mascarenhas continuou sua carreira no exército. Foi colocado sob prisão pela segunda vez, quando proclamou o seu apoio a uma revolta militar e civil contra Vargas, em São Paulo (1932). Mais uma vez, após a derrota do levante, Mascarenhas foi liberado e não processado.
Em 1935, enquanto comandava a Escola Militar do Realengo, Mascarenhas de Morais tomou parte na luta contra um levante comunista no Rio de Janeiro. Desta vez sua lealdade era com o governo constitucional de Getúlio Vargas. Em 1937, tornou-se General-de-Brigada e foi transferido para comandar a 9ª Região Militar (9ª RM) em Campo Grande, hoje no Mato Grosso do Sul. No ano seguinte, foi nomeado comandante da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Infantaria, no Rio de Janeiro.
Da capital fluminense acompanhava o desenrolar das operações de guerra na Europa e no Atlântico Sul, com o afundamento do Graf-Spee. Nesse momento, a questão do saliente nordestino começa a circular nos meios militares. E é ai que o General Mascarenhas de Moraes resolve pleitear, junto ao Ministro da Guerra, um comando fora do Rio de Janeiro, de preferência no Nordeste, no que foi atendido. No ano de 1941 é designado comandante da 7ª Região Militar (7ª RM), em Recife. A partir desse momento começa a se engajar definitivamente nos misteres relativos à eventual preparação militar do Brasil para a II Guerra Mundial. Comandando a 7ª RM, passava a comandar a área estratégica mais importante do território brasileiro nessa hora de conflito[1].
Em 1943 ele foi nomeado comandante da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária da Força Expedicionária Brasileira.
O general chegou a Itália com as primeiras tropas brasileiras em junho de 1944 e comandou as forças brasileiras até a rendição das forças do Eixo na Itália, em 2 de maio de 1945.[2]
Após o fim da guerra, ele retornou ao Brasil e, em 1946, foi promovido a Marechal, por ato do Congresso Nacional, e recebeu o comando da 1 ª Região Militar na então capital brasileira, Rio de Janeiro.
Em 1953 foi nomeado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA), oportunidade em que acompanhou a crise política que levaria ao suicídio de Getúlio Vargas no ano seguinte. Depois do suicídio do presidente, em agosto de 1954, ele retornou para a reserva e publicou as suas memórias, como comandante da Força Expedicionária Brasileira
Em 1955, apoiou o golpe militar liderado pelo general Teixeira Lott, que garantiu a posse de Juscelino Kubitscheck na presidência da República.
Em São Gabriel, cidade de seu nascimento, encontra-se, na praça Fernando Abbott, um nobre monumento em sua homenagem. Nele estão escritas as batalhas que o marechal comandou na Segunda Guerra Mundial.
Faleceu no Rio de Janeiro em 17 de Setembro de 1968.

A Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB), instituiu em Sessão do dia 14 de Agosto de 1969 a Medalha Marechal Mascarenhas de Morais, cuja finalidade é homenagear de forma permanente, objetiva e condigna, pessoas físicias ou jurídicas que tenham prestado singnificativo serviços à FEB, ou que venham a prestar relevantes serviços à Associação ou a classe por ela assistida.

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