quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Medalha Governador Pedro de Toledo

A medalha foi criada pelo Decreto nº 814, de 26 de dezembro de 1972 na Assembleia Legislativa
de São Paulo pelo governador Laudo Natel e Henri Couri Aidar, Chefe da Casa Civil do Estado
de São Paulo em 1972 e instituída pela Sociedade Veteranos de 32 - M.M.D.C. e tem por objetivo
homenagear personalidades civis e militares, nacionais e estrangeiras por seus méritos e
serviços de excepcional relevância prestados ao culto da Epopéia Cívica de 9 de Julho de
1932 e a São Paulo, possui formato circular com 37 milímetros de diâmetro, trazendo na face
a figura de Pedro de Toledo, Governador de todos os paulistas em 1932, e o Mausoléu do Soldado
Constitucionalista M.M.D.C. em seu reverso com o dizer
"Viveram Pouco Para Morrer Bem - Morreram Jovens Para Viver Sempre"

Premiação

A Medalha é concedida pela Sociedade Veteranos de 32 - M.M.D.C., através de proposta de qualquer sócio e da aprovação do Conselho Estadual de Honrarias e Mérito do Estado de São Paulo, podendo ser entregues até 150 medalhas por ano, e ser concedida postumamente. Acompanham a Medalha, sua miniatura, roseta, barreta e o respectivo diploma expedido pelo Conselho de Honrarias.



Diploma



Medalha




Citação


Minha gratidão à Sociedade MMDC - Veteranos da Revolução Constitucionalista de 1932 à Polícia Militar do Estado de São Paulo e ao Capitão do Exército Brasileiro e amigo Gustavo Augusto, Presidente da ANVFEB-CE.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mais de 60 pessoas são resgatadas após naufrágio de veleiro próximo ao Rio

Segundo a Marinha, sobreviventes estão bem.
FAB acompanhou resgate de vítimas.

Todas as 64 pessoas que estavam a bordo foram resgatadas com vida após o naufrágio do veleiro “Concórdia”, em uma região distante cerca de 300 milhas do litoral do estado do Rio de Janeiro (aproximadamente 550 km).

A informação é do Comando do 1º Distrito Naval da Marinha, que foi acionado por volta das 17h de quinta-feira (18), quando recebeu um sinal de emergência do veleiro. Segundo a Marinha, todos as vítimas são estrangeiras e estão bem.


Os resgatados estavam em quatro balsas. A Marinha não informou quantos são tripulantes, estudantes ou professores do navio, que faz parte de um programa escolar de uma instituição de ensino canadense, o "West Island College International". O G1 tentou contato telefônico com a escola, mas sem sucesso.

O local exato onde as vítimas foram encontradas ainda não foi divulgado. Segundo a Marinha, os sobreviventes permanecem em alto mar e não devem chegar ao Rio nesta sexta-feira (19) por causa das condições do mar e, principalmente, por causa da distância. Duas fragatas que ajudaram no socorro levaram cerca de 12 horas para chegar até o local do acidente.


Segundo um dos tripulantes que foi resgatado, o navio enfrentou fortes ventos na viagem, que teria como próxima parada Montevidéu, capital do Uruguai.


De acordo com o programa do Concórdia, o veleiro partiu de Lunenburg, no Canadá, em 7 de setembro de 2009. Antes de vir ao Brasil, a embarcação faria paradas em pontos de Portugal, Irlanda, França, Malta, Turquia, Tunísia, Marrocos e Senegal. A chegada ao Recife seria em 20 de janeiro de 2010, marcando o fim do primeiro semestre do programa escolar, com partida prevista para 6 de fevereiro. Em 23 de fevereiro, o navio deveria chegar a Montevidéu, no Uruguai, de onde partiria para nova jornada com paradas em pontos do continente africano e nas Américas até voltar ao Canadá, em 26 de junho.

Segundo a Marinha, uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) localizou, por volta das 20h, uma balsa salva-vidas com pessoas nas proximidades do local onde foi detectada a emissão do sinal.

A Marinha informou ainda que três navios mercantes que estavam navegando naquela área marítima se dirigiram ao encontro da balsa. Além disso, também partiu do Rio de Janeiro o Rebocador de Alto Mar Almirante Guillobel, com chegada prevista na madrugada do dia 20. A Fragata Liberal, também envolvida no esforço de resgate, partiria do Rio às 9h desta sexta (19).


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Ciclone Pat destrói 90% dos prédios de ilha do Pacífico Sul

Autoridades decretaram estado de emergência na ilha Aitutaki.Nem o abrigo contra ciclones resistiu à tempestade.







Cerca de 90% dos edifícios da ilha Aitutaki, nas Ilhas Cook (Pacífico Sul), foram seriamente danificados pela passagem do ciclone tropical Pat, o que forçou as autoridades a decretarem estado de emergência, segundo a Cruz Vermelha da Nova Zelândia.
O próprio refúgio contra ciclones de Arutanga, principal localidade da ilha, perdeu seu teto, assim como muitos outros imóveis.






As autoridades ainda não divulgaram dados sobre mortes, apenas sobre dois feridos, que estão se recuperando, segundo a rádio do Pacífico "ABC".
Aitutaki, que depende do setor turístico, tem uma população de aproximadamente 2 mil habitantes, e recebia cerca de 100 visitantes quando Pat alcançou a costa.
O responsável para o Turismo das Ilhas Cook na Nova Zelândia, Chris Ingram, garantiu que os hotéis em Aitutaki foram pouco afetados, e os clientes não sofreram nada além de um susto.
"Os turistas e habitantes locais foram transferidos a centros protegidos na ilha, o que contribuiu, sem dúvida, para não haver vítimas mortais", acrescentou Ingram.
O governo neozelandês ofereceu ajuda às Ilhas Cook e está preparado para enviar material tão logo receba pedidos.
A Cruz Vermelha enviou assistência, contêineres de água, material de primeiros socorros e outros objetos para cobrir necessidades básicas.

África do Sul celebra 20 anos da libertação de Nelson Mandela

A África do Sul celebra nesta quinta-feira (11) os 20 anos da libertação do líder anti-apartheid Nelson Mandela.

Vinte anos depois da libertação de Mandela, e sob a presidência de Jacob Zuma, a África do Sul é uma democracia vibrante, mas ainda tem milhões de pessoas vivendo na pobreza e buscando uma liderança capaz de confrontar os problemas econômicos.
A libertação de Mandela em 11 de fevereiro de 1990, após 27 anos nas prisões do apartheid, colocou em marcha uma transformação política que culminou com a história eleição multirracial de 1994 e com a posse do próprio Mandela como primeiro presidente negro do país.

Zona do euro alcança acordo para ajudar Grécia, diz presidente da UE


Várias autoridades da zona do euro chegaram a um acordo para ajudar a Grécia a lidar com a sua crise de dívida, disse o presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, nesta quinta-feira (11).

Aguarda-se agora o detalhamento do acordo, que será divulgado depois do encontro de cúpula dos 27 chefes de Estado e de governo do bloco comunitário.

A Grécia é o caso mais emblemático e fonte de preocupação para mercados financeiros entre os países europeus abatidos pela crise financeira: o país tem a maior dívida da zona do euro, que deve atingir 120% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010.

"Há um acordo sobre a situação da Grécia. Nós vamos comunicar agora o acordo a outros líderes", afirmou Van Rompuy a jornalistas.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Brasília, 3/02/2010 – Os 900 militares que vão reforçar o contingente do Batalhão Brasileiro Força de Paz no Haiti começam a embarcar na semana que vem. Segundo o Almirante Paulo Zuccaro, Subchefe de Comando e Controle do Estado-Maior de Defesa do Ministério da Defesa, desses 900 militares, 809 são do Exército Brasileiro (sendo 150 da polícia do Exército), 90 são Fuzileiros Navais e um oficial é da Força Aérea Brasileira. “A nossa intenção é colocar o novo contingente na máxima brevidade. Até porque, se não tivéssemos o compromisso de nos mobilizar rápido, não teríamos aprovação da ONU para o emprego desses militares”, explicou o Almirante Zuccaro que representa o Ministério da Defesa no gabinete de crise sobre o Haiti, coordenado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. Zuccaro participou na manhã desta quarta-feira de entrevista coletiva concedida pelo General Jorge Armando Félix, ministro-chefe do GSI. O Almirante explicou que os militares do Exército Brasileiro que irão para o Haiti virão de várias partes do país e não apenas de um comando de área, como costuma acontecer no rodízio normal do contingente brasileiro. E não necessariamente eles terão que ter servido no Haiti anteriormente. Segundo o Almirante, as Forças terão “liberdade” para definir a origem e o perfil dos militares. “Cada Força decidiu como organizar sua parte no novo contingente”, disse. O Almirante esclareceu que o Brasil fez um oferecimento inicial à ONU de 1.300 militares para reforçar o Batalhão Brasileiro. Esse número dobra a presença militar brasileira no Haiti. Mas a ONU aceitou, de imediato, o envio de 900 militares. O governo brasileiro decidiu se antecipar e solicitou ao Congresso o envio de 1.300 militares. Os 900 seguirão agora e os outros 400 ficarão de prontidão, e já com a autorização do Congresso, para embarcar caso a ONU necessite e requisite ao Brasil. Durante a entrevista, o General Félix informou que desde o dia 13, um dia após o terremoto que devastou o Haiti, até agora, a Força Aérea Brasileira já realizou 60 voos para aquele país. Foram transportadas 56 toneladas de água e 225 toneladas de medicamentos. Cerca de 1.000 pessoas também foram transportadas nos aviões da Força Aérea. O Almirante informou que já está funcionando o banco de dados com informações sobre as doações de alimentos, medicamentos e outros itens recebidos pelo governo brasileiro com destino ao Haiti. De acordo com ele, esse banco de dados está “hospedado” nos sistemas do Ministério da Defesa e pode ser consultado online pelo embaixador brasileiro no Haiti, Igor Kipman, e pelos outros órgãos do governo envolvidos na ajuda ao país, como o Ministério da Saúde, Defesa Civil, Ministério das Relações Exteriores e GSI. Do Haiti, o embaixador pode verificar, por exemplo, o estoque de alimentos disponível para embarque e apontar o quê deve ser embarcado de forma prioritária. O Almirante Zuccaro ressaltou que a Defesa Civil está aceitando e processando as doações de alimentos e água do setor público e de empresas privadas. O Ministério da Defesa estima que cerca de 1.000 toneladas de alimentos já foram doadas ao Haiti. Esse valor inclui os alimentos do estoque do governo que seguiram para o país, os que estão armazenados no Brasil aguardando o embarque e os que estão sendo despachados pelas unidades da Defesa Civil. “Tudo o que foi doado vai chegar ao Haiti. A nossa prioridade é enviar as doações no momento oportuno e fazê-las chegar com eficiência aos haitianos”, completou o Almirante.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Marinha do Brasil é a primeira a realizar ...

Marinha do Brasil é a primeira a realizar Transferência de Óleo no Mar com o Navio-Aeródromo italiano “Cavour”






Aproximação do NT “Almirante Gastão Motta” ao NAe “Cavour”

Na quarta-feira, 27 de janeiro, o Navio-Tanque (NT) “Almirante Gastão Motta” realizou Transferência de Óleo no Mar (TOM) com o Navio-Aeródromo “Cavour” da Marinha Militar Italiana. Este foi o primeiro abastecimento do “Cavour” com um Navio-Tanque de uma Marinha de outro país.
O navio italiano, que participa da operação conjunta com a Marinha do Brasil em caráter de Ajuda Humanitária ao Haiti, atracou em Fortaleza, embarcando dois helicópteros - um UH-14 Super Puma e um UH-12 Esquilo - e duas equipes de Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) da Força Aeronaval, além de uma equipe médica, da Esquadra Brasileira, especializada em Evacuação Aeromédica (EVAM). Esses destacamentos somam um total de 15 oficiais e 44 praças, além de uma carga de 2,2 toneladas.

O evento de abastecimento durou cerca de 3 horas e meia, com um tempo efetivo de bombeio de óleo de 2 horas e 7 minutos. Os navios navegaram juntos com uma velocidade de 10 nós, equivalente a 18,5 Km/h.

Marinha se prepara para o exercício de mobilização



Vice-Almirante FERNANDES com representantes da Petrobras, CCA, Ibama, Polícia Federal e Receita Federal

Um Memorando de Entendimento entre a Marinha do Brasil, Polícia Federal (PF), Receita Federal (RF), Ibama, Petrobrás e a Clean Caribbean & Americas (CCA) foi assinado, na sede do Comando do 9º Distrito Naval, em Manaus-AM, no dia 28 de janeiro, para a realização do exercício de mobilização - MOBEX AMAZÔNIA 2010. A atividade contará com apoio internacional para a contenção de vazamento de óleo, em grandes proporções, na região amazônica.
O MOBEX AMAZÔNIA 2010 acontecerá entre os dias 24 e 27 de agosto desse ano, tendo como objetivos:- Aprimorar a coordenação dos órgãos da região (Marinha, PF, RF, Ibama e Petrobrás);- Treinar as equipes das instituições com responsabilidade na contenção;- Aumentar as ações de resposta com os recursos internacionais de prevenção e contenção; e - Divulgar novos procedimentos e tecnologias disponíveis para grandes emergências

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

As principais vitórias da FEB na Itália, foram assinaladas em :


Teste de míssil dos EUA para simular ataque do Irã fracassa, diz Defesa

Uma tentativa dos Estados Unidos de abater um míssil balístico que simulava um ataque do Irã fracassou devido a uma falha num radar fabricado pela empresa Raytheon, disse o Departamento de Defesa.
O teste abortado sobre o oceano Pacífico coincidiu com um relatório do Pentágono segundo o qual o Irã teria ampliado a capacidade dos seus mísseis balísticos e já constituía uma ameaça "significativa" para as forças dos EUA e de seus aliados na região do Oriente Médio.

A Agência de Defesa de Mísseis disse que no teste de domingo tanto o míssil-alvo, lançado de Kwajalein, nas ilhas Marshall, quanto o interceptador, disparado da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia, funcionaram normalmente.

"Entretanto, o radar marítimo de banda-X não funcionou conforme o esperado", disse a agência em seu site, acrescentando que funcionários vão investigar o defeito.

O radar de banda-X é um importante componente da defesa terrestre contra mísseis em pleno curso, principal recurso dos EUA contra projéteis de longo alcance, em cuja ogiva podem viajar armas químicas, biológicas, atômicas ou convencionais.

Foi a primeira vez que os EUA testaram sua defesa de longo alcance contra um ataque iraniano simulado. Testes anteriores haviam imitado a rota de um míssil lançado da Coreia do Norte.

A Revisão do Pentágono sobre a Defesa contra Mísseis Balísticos, divulgada na segunda-feira, disse que Teerã desenvolveu e adquiriu mísseis balísticos capazes de atingirem alvos no Oriente Médio e no Leste Europeu, e estaria instalando um número crescente de mísseis balísticos regionais móveis.

No passado, o programa iraniano de mísseis recebeu apoio da Rússia, da China e da Coreia do Norte, e Teerã ainda depende de fontes externas para muitos componentes e peças dos mísseis, segundo a Agência de Inteligência da Defesa.

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